domingo, 11 de dezembro de 2011

aos suspiros do nosso amor

"Nessas noites frias de chuva e frio, recordo-me o quanto era bom lhe ter em meus braços, lembro-me de todos os nossos bons momentos, em que ficávamos entrelaçados, numa mistura ardente de carinho e desejo.

As noites ficavam sempre mais quentes e tudo era vida, tudo era vivo, a respiração ficava diferente, ao mesmo tempo calma, outrora ofegante, o corpo parecia entrar em ebulição, era tudo muito perfeito, difícil de acreditar que era real.

Era um sentimento incomensurável, assim descrevia meu amor, não podia ser medido, nem descrito de maneira alguma, e o desejo que seu corpo detinha sobre mim, era perceptivelmente grande, bastava você encostar-se a mim, poucos centímetros, minha respiração e meu coração mudavam, numa disritmia profunda e gostosa, meu corpo se agoniava todo, era um arrepio em todo o corpo, que de tão forte, não dava para saber onde começava, mas onde parava, isso sim, eu sabia, parávamos num doce e ardente momento de amor... "

(Jorge Anderson)




.. e imaginar o fervor dos nossos delírios em uma realidade de um sonho, na imaginação e lembrança das minhas mãos calejadas tocando suavemente suas curvas sultuosas. Sim, a química impetuosa que envolve nossas almas e o destino que que se colide em nossas vidas .. tudo conspirando, tudo combinando, tudo entre Você e Eu.

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